Alfakit lança KIT FATOR ALFA para teste presuntivo de balanço iônico

Todos sabemos da importância do balanço iônico na produção aquícola em água salgada. Embora não tenha um custo oneroso em relação aos benefícios que traz à produção, o controle analítico é necessário e muito importante, tanto para o bem-estar animal como para a produtividade do empreendimento.

Segundo o diretor técnico da Alfakit, Léo de Oliveira, nas águas onde existe o balanço iônico, os principais componentes se encontram em proporções ideais entre si. Assim, o cálcio (Ca), magnésio (Mg) e potássio (K) se mantêm numa relação de 1:3:1, bem como o potássio (K) e o sódio (Na) mantêm a relação de 1:28. Nas águas onde o balanço iônico está correto, dividimos o resultado da análise de Cloretos pela Dureza total, e encontraremos o valor 3,07, que denominamos FATOR ALFA, diz Léo de Oliveira, complementando que, mesmo em águas com baixa salinidade, essa relação deve ser observada. Relatos de produtores que fazem a análise do balanço iônico mostram que os cultivos começam a ficar comprometidos quando os valores do Fator Alfa estão situados abaixo de 2,0 ou acima de 5,0.

Com conhecimento desta informação a Alfakit desenvolveu um novo conceito para salinidade: a absoluta, onde o balanço iônico se mantém independente do valor da salinidade, e o Fator Alfa é igual a 3,07; e a relativa onde as proporções são diferentes e consequentemente este fator tem um valor diverso.

Portanto, o uso do “Kit Fator Alfa” fabricado e comercializado pela Alfakit, permite, de maneira simples, que o produtor verifique de forma presuntiva, se a água de seu cultivo está com balanço iônico correto. Uma informação que ajuda a agilizar a tomada de decisão, caso esteja fora das proporções adequadas.

Salinidade com precisão

O “Kit Fator Alfa” fabricado pela Alfakit também permite calcular com a máxima precisão possível, a salinidade da água, e assim aferir o salinômetro da fazenda. Para isso, basta multiplicar o valor que o Kit encontra para o Cloreto pelo valor 1,806 (Fator Knudsen). Esse processo, que nada mais é do que a mesma metodologia recomendada para análises oceanográficas, permite, por análise química, aferir com segurança todos os equipamentos usados para tal fim.

Léo de Oliveira lembra que muitos dos salinômetros, eletrônicos ou óticos, à venda no mercado brasileiro, mesmo os que possuem certificado de calibração, não garantem resultados seguros em todas as faixas de salinidade. Por esta razão não oferecem segurança, com erros que ultrapassam os 25% ou mais, fato que por si só, compromete a produção, principalmente nas fases iniciais do cultivo, onde as pós-larvas sofrem muito impacto decorrente desta diferença de salinidade.