Aqüicultura diversifica a atividade rural no Estado de Santa Catarina

Em artigo publicado no Boletim da EPAGRI, Fernando Silveira, instrutor de piscicultura da Gerência Estadual de Aqüicultura e Pesca do órgão, afirma que dentre os diversos benefícios proporcionados pela extensão e a pesquisa no estado, destaca-se a criação de uma consciência rural, visando aumentar a produção com base na técnica, a melhoria na qualidade de vida e na proteção do meio ambiente.

Até bem pouco tempo atrás, a realidade do campo era bem diferente, o agricultor se dedicava somente a pecuária, lavoura ou horta e o pescador, a pesca extrativa. A piscicultura e a maricultura surgiram como forma de diversificar as atividades rurais, e o agricultor começou então a criar peixes e o pescador a cultivar moluscos.

A procura por cursos que ensinem a criar peixes, mexilhões e ostras vem crescendo gradativamente em Santa Catarina e isso acontece basicamente, porque os interessados já perceberam que na atividade consegue-se produção e produtividade lucrativas, desde que, seja desenvolvida com o conhecimento e utilização de tecnologias corretas.

Para demostrar esse potencial econômico, Fernando Silveira apresenta em seu artigo as tabelas abaixo.

(A) No sistema semi-intensivo orientado a produtividade pode variar de 3.000 kg/ha/ano a 12.000 kg/ha/ano (B) Estes valores variam conforme a forma de comercialização (se no balcão, em pesque-pague ou direto na propriedade).