Biotech pretende conquistar presença entre 100% dos piscicultores paranaenses

Para expandir sua participação no mercado de tilápias, a Superbac investe na promoção de produtos biotecnológicos como bioestimuladores, que melhoram a qualidade dos viveiros e impulsionam a produtividade para atender a demanda

Atuar para melhorar a qualidade da água de todos os players da piscicultura paranaenses por meio de soluções biotecnológicas e sustentáveis. Esse é o projeto da Superbac, biotech com mais de 25 anos de existência, pioneira e líder em bioinovação no Brasil. A empresa pretende investir em uma longa campanha de promoção das linhas de produtos Aquavitality Bioboost e Organpesc, que atuam como bioestimuladores voltados para a piscicultura, promovendo o desenvolvimento dos pescados, sem provocar prejuízos ao meio ambiente.

A empresa está direcionando seus esforços para conquistar cada vez mais o mercado paranaense, especialmente no que se refere à produção de tilápias. Isso porque tem consciência do imenso potencial que a região detém, já que o Paraná lidera o ranking nacional da produção desse tipo de peixe, como demonstra levantamento da Associação Brasileira de Piscicultura (Peixe BR), com 166 mil toneladas, seguido de São Paulo (70.5 mil) e Minas Gerais (42 mil).

Lagoas de criação de peixes

No Paraná, a produção de tilápia cresceu 11,5% entre 2019 e 2020: foram 172 mil toneladas em 2020 contra 154.2 mil do ano anterior. E um dos destaques é o modelo cooperativista, representado por importantes nomes, como Copacol e C. Vale.

“Hoje nós atendemos algumas cooperativas no Paraná, como a C. Vale, a Lar e a Cooperativa Cocari, todas grandes produtoras de peixe da região. Nosso foco é ampliar a atuação em cooperativas e entre os produtores independentes, atingindo 100% do setor no Estado, que tem uma importante visibilidade e representatividade no segmento de piscicultura”, revela Monique Zorzim, gerente técnica e de pós-venda da Superbac.

Em se tratando da produção nacional, o Brasil ocupa a quarta posição mundial no cultivo de tilápia. Só em 2020 foram 486.155 toneladas. Para constar, de 2000 a 2020, a piscicultura está praticamente quatro vezes maior, com produção de cerca de 803 mil toneladas/ano. A expectativa é que, em 20 anos, o Brasil seja o maior produtor mundial de peixes de cultivo, puxado exatamente pela tilápia.

Desenvolvimento dos criadouros

Para atender aos piscicultores paranaenses, que procuram elevar sua produção e melhorar a qualidade dos viveiros de peixes, buscando soluções inovadoras, a Superbac disponibiliza a linha de produtos Aquavitality Bioboost. Trata-se de um bioestimulador desenvolvido para aplicação em tanques de peixes e camarões, que degrada compostos orgânicos, de forma natural, por meio da atuação de ‘bactérias inteligentes’.

Livre de substâncias tóxicas, o Aquavitality Bioboost auxilia no controle da qualidade da água dos viveiros, reduz odores e promove a estabilidade do sistema, com destaque para características, como alcalinidade (concentração de carbonatos e bicarbonatos) acima de 120 mg por litro e um pH próximo ao neutro.

“A combinação entre água adequada e uso correto do Aquavitality Bioboost resulta na diminuição do lodo no fundo dos viveiros. Também propicia maiores níveis de oxigênio,  menor incidência de doenças, menor mortalidade, bem como um crescimento mais rápido dos peixes, com menor consumo de ração e maior absorção de nutrientes”, detalha Zorzim.

Na mesma linha, a empresa oferece ainda o Organpesc, que é um adubo orgânico desenvolvido com uma composição própria para o cultivo de organismos aquáticos. Ele pode ser utilizado como alternativa para iniciar o desenvolvimento biológico de novos viveiros ou até mesmo como um produto de manutenção. Além de possuir os nutrientes necessários a uma preparação e manutenção da água aos cultivos, ele conta com blends de bactérias de ocorrência natural, que se fixam durante o processo de fabricação.

Essas bactérias são benéficas ao meio ambiente, acelerando a etapa de fertilização, bem como promovendo um consumo mais eficiente dos nutrientes de incidência natural nos viveiros. “Com o uso deste produto, além da formação de um plâncton saudável, será possível melhorar a produção de oxigênio, reduzir a conversão alimentar e promover uma ação mais eficiente do ciclo dos compostos nitrogenados. O resultado é um ganho em saúde durante o cultivo e economia nas etapas finais”, pontua Monique.

Os produtos biotecnológicos ajudam de maneira expressiva os produtores a conseguir tratar melhor os viveiros de peixes e a ter uma densidade populacional maior nos tanques, com a melhora da qualidade da água.

“O que se fazia muito é que quando se tinha um excesso de matéria orgânica que ocasionava um aumento da concentração de nitrogênio amoniacal, os produtores esvaziavam parte da água dos tanques e completavam com água limpa. Porém, esse processo é caro e trabalhoso. Com o uso dos bioestimuladores da Superbac, eles conseguem reduzir significativamente essas trocas de água. Ou seja, além de todo o processo benéfico e facilitador, há uma economia real para os produtores”, salienta.