NOTÍCIAS & NEGÓCIOS – edição 152

 

CONTRA O FIM DA FIPERJ – Como parte de um plano para reequilibrar as finanças do Estado do Rio de Janeiro, em dezembro o governador Luiz Fernando Pezão encaminhou à Assembleia Legislativa um projeto de lei que estabelece a extinção de uma autarquia e seis fundações estaduais, entre elas a Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio de Janeiro – Fiperj, um órgão com importante atuação nas áreas aquícola e pesqueira do estado, fundado há 28 nos. Em sua justificativa para a aprovação da proposta, o governador disse que a sua implementação é necessária devido à brusca queda de arrecadação das receitas do estado e a previsão de sua diminuição para os próximos anos. O texto do governador pegou de surpresa e deixou atônitos todos os envolvidos com a aquicultura e a pesca no Estado do Rio de Janeiro, sem falar nos próprios funcionários da Fiperj, preocupados com a possibilidade de extinção da Fundação. Desde 2012, com a realização de concurso público, foram chamados mais de 90 servidores (analistas de recursos pesqueiros, extensionistas e pesquisadores), inaugurados 12 escritórios regionais e duas unidades de produção, abrangendo todas as regiões fluminenses. Com isso, a Fiperj ampliou sua capilaridade, o número de atendimentos a pescadores, aquicultores e o número de projetos desenvolvidos, consequentemente ampliando o número de pessoas beneficiadas direta ou indiretamente. Por ser o único órgão do estado voltado especificamente para os trabalhos de fomento, pesquisa e extensão para os setores pesqueiro e aquícola, sua desestruturação trará grandes malefícios aos trabalhadores que atuam nessas áreas. Isto traria um grande prejuízo para os pescadores artesanais e industriais, piscicultores e maricultores, familiares, além de milhares de pessoas que dependem direta ou indiretamente da pesca e da aquicultura no estado. A Asfiperj (Associação dos Servidores da Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio de Janeiro), deu início a uma campanha de mobilização para evitar a dissolução da instituição. A campanha “Contra o Fim da Fiperj” está no Facebook mobilizando diversos parceiros da Fundação. A Panorama da AQÜICULTURA se solidariza porque é totalmente “Contra o Fim da Fiperj”.

MEXILHÃO DA PENHA – Nos primeiros dias de janeiro foram reativadas as instalações para o processamento de moluscos da Coopermape – Cooperativa de Maricultores de Penha, SC, que se encontrava paralisada desde 2012. Os primeiros mexilhões processados foram comercializados em São Paulo, e a carga seguiu levando o Selo de Inspeção Federal (S.I.F). Segundo Gilberto Manzoni, responsável técnico da unidade e professor da Univali (Universidade do Vale do Itajaí), a unidade tem capacidade de produzir sete toneladas semanais de carne, mas reiniciou suas atividades com uma produção menor, ao redor de uma tonelada semanal. Vinte maricultores cooperados, dos 47 que atuam em Penha, abastecem a Cooperativa. Mas, a expectativa é a de que o número de associados aumente, diante da nova visibilidade que o produto de Penha passou a ter, agora com o aval do Selo de Inspeção Federal. Atualmente o município produz 1.132 toneladas anuais em 63 hectares, distribuídos em onze áreas de sua costa. Segundo o presidente da Associação dos Maricultores de Penha – Amape, Giovane Dias, com a reativação da cooperativa e com a demarcação das áreas de cultivo – um trabalho que deve começar ainda neste primeiro trimestre – a produção de Penha poderá voltar ao patamar das 3 mil toneladas anuais. O recomeço do trabalho da cooperativa é consequência de um longo processo onde foi preciso reativar a licença ambiental e o S.I.F. Além disso, foi preciso também reestruturar toda a unidade, que para isso contou com o apoio financeiro da municipalidade e de uma parceria privada com a empresa Nova América Pescados, de São Paulo (SP).

600 TONELADAS EM 2015 – O ano de 2015 foi bom para o Complexo de Piscicultura Peixes da Amazônia. Com laboratório de produção de alevinos, fábrica de ração e frigorífico em pleno funcionamento, o complexo firmou contratos importantes e, ao longo de 2015 foram comercializadas 600 toneladas de peixes. A última carga do ano, de 12 toneladas de tambaqui e pintado, saiu do Acre, no dia 31 de dezembro, para o Grupo Pão de Açúcar, em São Paulo. O contrato com a companhia foi fechado em novembro para o envio semanal de peixe fresco e, segundo o gerente de processamento do frigorífico, Jair Bataline, já foram enviadas ao grupo cerca de 70 toneladas de pescado. Outras remessas foram enviadas para empresas do Ceará, São Paulo, Santa Catarina, Distrito Federal e Goiás.

NINGUÉM SEGURA MAIS O MT – A Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste – Sudeco aprovou a proposta do Conselho de Desenvolvimento Agrícola de Mato Grosso para que os projetos de piscicultura sejam considerados prioritários para o estado em 2016. Na prática isso significa que o segmento terá até 20% da fatia dos financiamentos a serem liberados via Fundo Constitucional do Centro-Oeste – FCO/Rural. O objetivo é o de fomentar a produção de peixe já que há um grande potencial para aumentar a produção. Segundo o Secretário de Desenvolvimento Econômico, Seneri Paludo, há também no Mato Grosso um grande nicho de mercado para que o beneficiamento e a industrialização ocorram dentro do Estado, agregando valor à matéria-prima, assim como existe potencial para indústrias de insumos voltadas para abastecer essa cadeia produtiva. Esse é o primeiro anúncio dessa natureza, voltado para a piscicultura, feito por um governo estadual. Mato Grosso sempre soube estimular e promover cadeias produtivas de grande sucesso, e agora abraça apertado a piscicultura. Quem pesquisar esse valioso pacote de medidas de fomento, vai encontrar as digitais do secretário-executivo da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR), Francisco das Chagas de Medeiros, que é produtor local e grande entusiasta da piscicultura matogrossense.

EMBRAPA E A REDE DE MONITORAMENTO – O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) aprovou no mês de dezembro (18), a implantação da “Rede Nacional de Pesquisa e Monitoramento Ambiental da Aquicultura em Águas da União”. A coordenação geral da Rede ficará a cargo da Embrapa Meio Ambiente, Jaguariúna – SP, que tem à frente os pesquisadores Celso Manzatto e Ana Paula Contador Packer. O objetivo inicial é avaliar os possíveis impactos da aquicultura em águas da União, com o estabelecimento de indicadores mínimos para o seu monitoramento, subsidiando o MAPA na elaboração de políticas de desenvolvimento da aquicultura. Segundo a Embrapa, trata-se de uma iniciativa inédita por consolidar uma Rede que envolve a participação de mais de 15 instituições para a geração e disponibilização de dados, informações e conhecimentos sobre a sustentabilidade da atividade aquícola em reservatórios e no litoral brasileiro. Na etapa inicial, o monitoramento será realizado em 11 reservatórios da União: Itaipu (PR), Serra da Mesa (GO), Canabrava (GO), Furnas (MG/SP), Três Marias (MG), Manso (MS), Tucuruí (PA), Ilha Solteira (PR/SP/MG), São Simão (GO), Calha do Paranapanema – Reservatórios Xavantes, Canoas 1 e 2 (PR/SP), Castanhão (CE) e nos Parques Aquícolas do litoral do Paraná, Maranhão, Sergipe e Santa Catarina. A Rede ainda conta com a participação de outras unidades da Embrapa, como Embrapa Tabuleiros Costeiros, Embrapa Amazônia Oriental, Embrapa Pesca e Aquicultura, além da Unesp (Campus de Ilha Solteira), Federal do Paraná – Centro de Estudos do Mar (CEM), Federal do Tocantins (UFT), Federal do Pará (UFPA), como também, a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG), a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (EPAGRI), APTA – Polo Regional Médio Paranapanema (Assis), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), Secretaria da Agricultura, Pesca e Aquicultura do Estado do Ceará (SEAPA) e Itaipu Binacional.

ANTIBIÓTICO QUASE ZERO – No final de 2015, a Organização Mundial da Saúde (OMS) revelou que a Noruega “reduziu a quase zero”, o uso de antibióticos no cultivo do salmão, um dos peixes mais consumidos no país e um importante item da sua pauta de exportação. Em artigo publicado no site da OMS, Danilo Lo Fo Wong, diretor do Programa de Combate à Resistência Antimicrobiana do Escritório Regional da OMS para a Europa, lembrou que o uso excessivo de antibióticos – tanto nos alimentos como na medicina humana – acelera o desenvolvimento da resistência aos antibióticos, em um processo que ocorre quando as bactérias sofrem mutação e tornam-se resistentes aos antibióticos usados ??para tratar as infecções que causam. “Isso compromete a nossa capacidade para tratar doenças infecciosas e põe em risco muitos avanços médicos”, alertou Lo Fo Wong. No final dos anos 80, reconhecendo a necessidade de apoiar o setor aquícola sem pôr em perigo a saúde pública, pesquisadores do Instituto de Veterinária da Noruega desenvolveram uma vacina eficaz contra a furunculose no salmão, sem efeitos secundários em humanos. Em 1994, produtores de toda a Noruega já tinham substituído antibióticos por vacinação. A vacina é injetada no ventre do peixe, usando um processo automatizado quando ele ainda está na fase de água doce. Essa conquista foi o resultado de uma estreita colaboração entre governo, produtores, associações industriais e comerciais. Hoje muitas empresas norueguesas vacinam peixes em escala industrial, e tem sido comprovado que a vacinação tem enormes benefícios para a prevenção de infecções. No entanto, para Bjørn Rothe Knudtsen, especialista em enfermidades de peixes e funcionário da Divisão de Inocuidade de Alimentos do governo norueguês, o uso de apenas uma estratégia não é o suficiente. “Ao longo do tempo os salmonicultores noruegueses introduziram métodos adicionais para garantir uma boa sanidade, como o manejo onde se cria somente uma geração de peixes em cada viveiro. Quando isso não é possível, os produtores esvaziam periodicamente os tanques, desinfetam e os mantêm vazios por uns meses. Este tipo de solução serve para prevenir a contaminação cruzada entre gerações velhas e novas”, disse Knudtsen. E foi com o uso de diferentes técnicas que permitiu a redução no uso dos antibióticos na criação de salmão norueguês. Em 2014 a produção de peixes do país superou as 1,3 milhões de toneladas. Neste mesmo ano, as vendas totais de agentes antibacterianos para uso em peixes de cultivo somaram 523 quilos de substância ativa, correspondente a 0,39 mg por cada quilo de salmão. Isto representa aproximadamente um décimo do consumo de antibióticos por quilo de carne bovina produzida na Noruega, que já é o menor consumo de antibióticos de todos os países europeus. Mais especificamente, a maior parte dos tratamentos em salmões durante 2014 envolveu alevinos na fase de água doce e somente 11 receitas para antibióticos foram usadas durante a engorda na água do mar. Isto significa que somente 1% das cerca de 1.000 instalações de produção na água do mar que operaram em 2014 foram submetidas a tratamentos antibacterianos. Na Noruega os antibióticos para uso em peixes de cultivo só podem ser obtidos mediante receita veterinária, e todas devem ser informadas às autoridades competentes.

INVE TROCA DE MÃOS – A holding Benchmark Holdings pagou ao Royal Bank of Scotland e ao Rabobank, USD 342 milhões para adquirir a Inve Aquaculture, empresa especialista em alimentos para organismos aquáticos, fabricante de produtos nutricionais e de sanidade para camarão em 70 países. Segundo o jornal City A.M, a transação para a aquisição da Inve demorou três anos, e levou a Benchmark a pagar 300 milhões de dólares (272 milhões de Euros) em dinheiro e um restante em ações. A aquisição da Inve põe a Benchmark na liderança mundial do mercado de tecnologia em aquicultura. “A aquicultura não é só um setor multibilionário, mas também um dos que mais cresce na indústria de alimentos. As duas empresas têm o compromisso de atuar em uma das mais importantes áreas da atualidade, que é o desenvolvimento de uma cadeia alimentar saudável e sustentada”, disse Malcolm Pye, executivo chefe da Benchmark.

MAIS DE 200 CERTIFICAÇÕES – Com a certificação simultânea de três empreendimentos de criação de moluscos bivalves no Chile, a Aquaculture Stewardship Council (ASC) anunciou que ultrapassou a marca dos 200 empreendimentos aquícolas certificados em 28 países. A certificação de mais de 200 empreendimentos é um marco significativo para o programa, uma forte indicação da crescente importância da aquicultura responsável, disse Chris Ninnes, CEO de ASC. Entre janeiro de 2015 e janeiro de 2016, nada menos que 81 empreendimentos aquícolas em todo o mundo foram certificados pela ASC. A crescente participação de empreendimentos no programa ASC vem sendo acompanhada por compromissos significativos de influentes compradores e produtores de alimentos de origem aquática, incluindo a organização dos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro, que se comprometeu com o abastecimento de alimentos de origem aquática que procedam de fazendas certificadas pela ASC tanto na vila Olímpica para os atletas como para os espectadores. E trata-se de uma tendência que se espalha por todo o mundo. Para se ter uma ideia de como funciona, alguns fatos: a AEON, a maior varejista da Ásia, recentemente pôs a disposição produtos de camarão originários de fazendas certificadas pela ASC em todos os seus pontos de venda em todo o Japão. A Woolworths se tornou o primeiro supermercado a introduzir produtos de tilápia certificada pela ASC na África do Sul. O Coles, o maior supermercado na Austrália, passou a comercializar apenas salmão certificado pela ASC. Na Bélgica, a Colruyt já está oferecendo uma ampla gama de produtos certificados. O Lidl, da Alemanha, uma gigante do varejo, publicou um ambicioso compromisso de que, a partir de 2018, irá vender apenas pescado de cultivo certificado e etiquetado pela ASC. O maior compromisso mundial até o momento foi anunciado neste início de 2016 pela IKEA, que se comprometeu a oferecer somente alimentos de origem aquática certificados pela ASC nas suas lojas em 47 países. Atualmente, a principal espécie certificada pela ASC é o salmão. Ao todo são 84 empreendimentos salmoneiros, seguido pelo camarão, com 34 empreendimentos.

MOSSORÓ E ARACATI – Os produtores de camarão no norte do Estado do Rio Grande do Norte, na região de Mossoró, estão amargando grandes prejuízos em decorrência das altas taxas de mortalidade provocadas pela presença do vírus da mancha branca. Itamar Rocha, presidente da ABCC – Associação Brasileira de Criadores de Camarão, convocou uma reunião com os produtores da região para o dia 12 de janeiro para “avaliar a situação e definir as ações e medidas que deverão ser implementadas, tendo presente tanto a redução da prevalência como a melhor forma de convivência com a Mancha Branca (WSSV) como com outras doenças virais ou bacterianas”. Pelo fato de ser uma região limítrofe com o estado do Ceará, a mesma reunião foi convocada para o dia seguinte na cidade de Aracati (CE) com o objetivo de “chamar a atenção e alertar aos carcinicultores cearenses sobre os iminentes riscos e as correspondentes medidas de prevenção (BPM e Biossegurança) que precisam ser adotadas para prevenir, evitar ou no mínimo, conviver com a mancha branca e demais doenças virais”. Devido a gravidade e a seriedade desse assunto, Itamar Rocha também convocou os produtores de camarão em águas interiores, dos municípios de Jaguaruana, Russas, Itaiçaba e Jaguaribara.

ÁGUAS ESTADUAIS – O vice-governador do Estado de São Paulo Márcio França e o secretário de Agricultura e Abastecimento, Arnaldo Jardim, assinaram, no dia 15 de dezembro de 2015, um plano para a demarcação e a implantação de Parques Aquícolas nos reservatórios estaduais de Bariri, Ibitinga, Nova Avanhandava, Promissão e Três Irmãos. O Plano foi elaborado pelo Grupo de Trabalho Intersecretarial, que reúne as Pastas de Agricultura, de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, – da qual Márcio França é titular – e do Meio Ambiente. A assinatura do plano de demarcação foi durante o I Encontro das Cadeias Produtivas do Setor Agropecuário Paulista, no Palácio dos Bandeirantes, que contou com a presença do governador Geraldo Alckmin e centenas de participantes para debater temas de interesse do segmento. A criação dos Parques Aquícolas representa maior agilidade no processo de licenciamento ambiental, ao permitir que os pequenos empreendimentos se estabeleçam em locais técnica e ambientalmente adequados, sem precisar arcar com os custos para obter as autorizações, uma vez que um único licenciamento é emitido pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo – Cetesb, abrangendo todas as áreas demarcadas. Na avaliação de Arnaldo Jardim, as novas normas estabelecidas para a implantação dos parques aquícolas trarão um grande impulso ao programa de piscicultura no Estado de São Paulo. Por meio dessa simplificação, os produtores terão mais uma opção para ampliar a sua renda e produtividade”.

UMA HISTÓRIA DE MUITO SUCESSO – Duas empresas, a dinamarquesa Jesma Matador, fundada em 1895, e a americana Sprout Bauer, fundada em 1886, fundiram-se em 1996, passando a se chamar “Sprout Matador”, uma empresa que ficou mundialmente conhecida pela tecnologia de processos para a indústria de alimentação animal, com destaque para a aquicultura. Em 2000, a Sprout Matador foi adquirida pelo grupo austríaco Andritz, passando a fazer parte da Andritz Feed & Biofuel, empresa que desde 1965 fabrica extrusoras para aquicultura mundial. Na trajetória da empresa é possível ver que, a partir de 1983, já fabricava secadores para o processo de extrusão; a partir de 1986 passou a fabricar extrusoras com automação completa e, a partir de 1999, introduziu a aplicação de líquidos para o processo de extrusão a vácuo. Segundo o gerente de vendas da Andritz no Brasil, Claudio Mathias, em 2008 a empresa iniciou o seu projeto de extrusão para o Brasil, e passou a oferecer aos clientes seus equipamentos de alta tecnologia para o processamento de alimentos para peixes e camarões. A partir de 2014, movida pelos excelentes resultados, a Andritz passou a fabricar seus equipamentos no Brasil, na cidade de Pomerode – SC, utilizando as mesmas tecnologias empregadas e consagradas em todo o mundo. No Brasil a Nutreco (Pitangueiras – SP), Premier Pet (Grandfood), Alisul (Rio Claro – SP), Irca (Carpina – PE), Durancho (Pesqueira – PE), Guabi (Campinas – SP), Lupus Alimentos (Ponta Grossa – PR), Copacol (Cafelândia – PR), Nutreco (Fortaleza – CE), Alisul (Anapolis – GO), Nutreco (Teresina – PI), Guabi (Goiana – PE), já utilizam equipamentos Andritz. E no resto do mundo a Nutreco, Cargill, Ewos, Biomar, Cargill, Invivo, DeHeuss, CP, Provimi, Aller Aqua, Tongwei Group, Techbank, Haida, Alitec, Bana, El-Pedregal, Kilic, Los Fiordos, Sursan, Delta Western, Emsland, Nisshin Marubeni, Woo Seung e Salmofood Chile. Mais informações [email protected]