NOTÍCIAS & NEGÓCIOS ON-LINE – edição 157

De: Alvaro Graeff
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Assunto: Salmão transgênico

Onde estão sendo feitos os testes no Brasil com o salmão transgênico?

De: Ricardo Y. Tsukamoto
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Assunto: Re: Salmão transgênico

Um criador de trutas da Serra da Mantiqueira, que divide os Estados de São Paulo e Minas Gerais, havia manifestado publicamente esta intenção. Poderia ser ele ou outro criador, sujeito a autorizações do IBAMA e MAPA. Dependeria ainda de usar uma instalação para quarentena dos ovos embrionados/alevinos, governamentalmente aprovada, com recirculação de água resfriada (necessária para salmonídeos) e desinfecção final de qualquer descarte de água. Pois o salmão transgênico ABT é seguro para a finalidade de alimento humano, mas continua com o risco de transportar enfermidades não existentes aqui – tal como qualquer animal importado (seja transgênico ou não). O salmão transgênico é da espécie salmão do Atlântico, Salmo salar, comumente criado nos mares frios da Europa e Américas, sendo atualmente o salmão não-transgênico, um dos principais produtos de exportação do Chile. No Brasil, uma dificuldade no ciclo de vida da espécie é que somente a fase juvenil (fase “parr”) vive em água doce, migrando para o mar na fase juvenil-avançada “smolt”, e permanecendo no mar até crescer e se tornar adulto. Por isso, no Chile e em outros países produtores, os juvenis criados em água doce são posteriormente transferidos a gigantescos tanques-rede no mar para o crescimento e engorda. Mas, como no Brasil não há mar frio para o desenvolvimento além da fase juvenil, o experimento com a linhagem transgênica deve chegar até este ponto do ciclo, com cerca de um ano de idade. Insuficiente para produzir um salmão típico do mercado (3 kg). Existe uma variedade de salmão do Atlântico – “landlocked” – que desenvolve todo o seu ciclo em água doce, tal como a truta arco-íris. Tal variedade landlocked foi introduzida no Brasil há cerca de três décadas, e vem sendo mantida pela tradicional Estação Experimental de Salmonicultura de Campos do Jordão. Mas esta linhagem ainda mantém a característica semi-selvagem, não tendo passado ainda pelo processo de domesticação, que seleciona para crescimento mais rápido e maior docilidade no cativeiro.

De: Alvaro Graeff
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Assunto: Re: Salmão transgênico

Estamos há anos pedindo a importação de novas matrizes de ciprinídeos e as ações para isto sempre demoram. Isto que é vital para continuidade das criações no Sul do Brasil. Onde está o planejamento da aquicultura brasileira? Só existe tilápia?

De: Ricardo Y. Tsukamoto
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Assunto: Re: Salmão transgênico

No caso dos ciprinídeos, a capacidade de reprodução no meio ambiente brasileiro pode ser um dos fatores que estejam atrasando a liberação de importação de novos estoques. Inclusive por fazerem sucesso nos sites de pesca na internet, os numerosos vídeos de chuva de carpa prateada pulando nos rios do sul dos EUA. Em contraste, esta linhagem de salmão do Atlântico não teria como completar o seu ciclo de vida em águas brasileiras, eliminando o risco de escape e impacto por eventual reprodução descontrolada. Além da limitação biológica por temperatura, todos os indivíduos de salmão transgênico que deixam a hatchery são geneticamente castrados (triplóides)por exigência ambiental de países frios e também para evitar que alguém se apodere e passe a reproduzir material precioso. Por isso, no caso do salmão, o risco ambiental seria inexistente, restando apenas o risco patológico, da entrada de enfermidades. Mas esta parte patológica pode ser solucionada com uma boa triagem na origem. Por outro lado, a legislação brasileira exige que qualquer organismo aquático importado somente possa ser usado como progenitor. Jamais indo para o mercado. Ou seja, apenas a geração seguinte (F1) poderia ser comercializada. Mas neste caso do salmão transgênico, por serem indivíduos triplóides, não se tornariam genitores, o que impede a produção de F1 – mesmo que a limitação ambiental fosse resolvida em um sistema fechado de recirculação. Portanto, acho que esta importação do salmão transgênico para testes seja diferente de importar peixe a ser reproduzido aqui no Brasil.

De: William da Silva Sousa
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Assunto: Re: Salmão transgênico

Fico deveras extasiado com a importância atualmente dada à transgenia e adaptação de espécimes exóticos à aquicultura brasileira, em detrimento de um maior empenho das instituições de pesquisas brasileiras ao desenvolvimento de híbridos ou do melhoramento genético de espécimes ictias nativas brasileiras. Quero atentar para o fato de que há alguns anos atrás, não se imaginava que se pudesse cultivar trutas no Brasil, o que hoje já é uma realidade! Há alguns anos não se imaginava o cultivo de trigo na Região Sudeste brasileira. Hoje, já se cultiva uma variedade de trigo no Brasil, inclusive no Estado de Minas Gerais. Portanto, colegas, não podemos prever limites para o desenvolvimento de espécimes ictias exóticas ou nativas brasileiras, passivas de serem cultivadas comercialmente. Entretanto, por que optarmos “cegamente” pela transgenia? Porque “está na moda” e nós para não ficarmos de fora teremos que seguir a onda! Penso que existem inúmeras alternativas de pesquisas, inclusive a transgenia, visando ao desenvolvimento de espécimes passivos de serem trabalhados na aquicultura brasileira. Mas, temos o entendimento de que temos que concentrar nossas pesquisas em espécies nativas brasileiras e não exóticas, pois o que vemos é que inúmeros países têm agido dessa forma, concentrando pesquisas para produção em escala de espécimes ictias brasileiras. E então, por que nós temos que concentrar nossas pesquisas no desenvolvimento de espécies exóticas e não nas brasileiras? E quanto à tilapicultura, temos a opinião de que esta espécie já está devidamente difundida nas bacias hidrográficas do Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul brasileiras. E não vemos a necessidade de trazer novas matrizes para disseminar mais genes nos recursos hídricos brasileiros. O que precisamos é melhor trabalhar os híbridos e a genética das espécies já existentes no Brasil. Vamos concentrar nossas pesquisas nas espécies ictias brasileiras. A tilapicultura sempre terá seu espaço na aquicultura brasileira, pois essa ainda é a espécie que dá mais resultado financeiro em curto espaço de tempo, inclusive em policultivos com peixes e/ou crustáceos. Nisso, essas espécies são insuperáveis!

De: Alvaro Graeff
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Assunto: Re: Salmão transgênico

Concordo contigo. Somente na parte de resultados financeiros com a tilápia eu discordo. Em nossos custos de produção o lucro da tilápia não passa de R$ 0,30/kg e quando falamos em mesmas condições de criação, as carpas alcançam R$ 0,56/kg.

De: William da Silva Sousa
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Assunto: Re: Salmão transgênico 

Devemos lembrar que no atual estágio da piscicultura mundial torna-se difícil pensarmos em retornos financeiros com a crescente valorização dos preços das rações. Mas, cabe também lembrar que na piscicultura, os retornos financeiros advêm da quantidade de produção, do mercado consumidor e dos preços alcançados em cada região. Por exemplo: nos estados do Piauí e Maranhão o mercado absorve muito bem tilápias de 850g a 1,5Kg, dependendo da região de comercialização. Já no Estado do Ceará, pelo que levantei, o mercado que antigamente absorvia bem tilápias de 800g, no presente, ficou mais exigente, e vem exigindo pesos acima de 1Kg. Ou seja, maior peso, maior investimento em rações, cujos preços de mercado variam de um mês para outro! Com isso, quanto maior o tempo de cultivo, maior investimento, e assim, menor lucro. Com isso, muitas vezes, cálculos de produção efetivados para algumas regiões com maior exigência em pesos para comercializações, nem sempre condizem com a realidade de outras regiões. Algumas vezes, uma cultura é inviável em uma determinada região geográfica, mas plenamente viável em outras, quando verificados os investimentos, as exigências mercadológicas, e os lucros. Temos que ficar atentos para cada caso em si, e não generalizarmos. Pois no nosso entendimento, isso pode ser um grande equívoco. E, volto a ressaltar, em nossa concepção o piscicultor necessita diversificar sua produção. Monocultivo é sempre um grande risco, pois o consumidor enjoa facilmente de um produto quando consumido constantemente. Ele irá, em curto espaço de tempo, demandar por novos produtos para consumir. E os piscicultores deverão estar preparados para atender essa demanda.

De: Felipe Matarazzo Suplicy
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Assunto: Re: Salmão transgênico

Estes testes com o salmão transgênico não estão sendo realizados em detrimento das espécies nativas. Pelo que entendi, é uma iniciativa privada e não de instituições de pesquisa. Conversando com o pessoal do Mato Grosso esta semana tive a informação de que o programa de melhoramento genético de tambaqui e pintado que vinha sendo realizado pela Embrapa com vários parceiros de peso, como a Delicious Fish, não teve sequência por parte das empresas parceiras no projeto. Lamentável. Afortunadamente o Grupo Bom Futuro está investindo na compra de todos estes reprodutores chipados que estavam espalhados por aí para dar sequência no melhoramento genético, com recursos próprios e com profissionais gabaritados em genética de peixes.

De: Elias de S. Santos
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Assunto: Água de poço artesiano para 
reprodução de peixes
Gostaria de saber se alguém tem experiência com reprodução de peixes usando água de poço artesiano, pois tentei fazer uma reprodução de tambaqui com essa água e não obtive sucesso.

De: Jesaias Ismael
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Assunto: Re: Água de poço artesiano 

para reprodução de peixes
Você está utilizando a água direto do poço ou ela passa um tempo armazenada em caixas? Geralmente a água de poço vem imprópria para reprodução.

De: Edson Falcão
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Assunto: Re: Água de poço artesiano 

para reprodução de peixes
Águas subterrâneas são desprovidas de oxigênio. Caso tenha um bom reservatório (2000 m²) onde acumule essa água, é possível ter sucesso.

De: Jesaias Ismael
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Assunto: Re: Água de poço artesiano 

para reprodução de peixes
Além de ser desprovido de O² as águas vêm com elevado grau de CO².

De: Flávio F. Lindenberg
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Assunto: Re: Água de poço artesiano
para reprodução de peixes

Quando as águas subterrâneas não estão contaminadas com outros contaminantes, essa troca gasosa do CO² e O² pode ser facilmente resolvida com “striipping toowers” ou “degassing columns”, torres de trocas gasosas. Desenvolvemos para um projeto que captava de lençol freático uma pequena torre que deu uma ótima troca, e acabamos usando num modelo em RAS de pequeno volume – Ecopeixe. No seu caso a bomba pode recalcar até o topo de uma torre e ela entra no sistema tratada, com alto O² e baixo CO².

De: Edson Falcão
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Assunto: Re: Água de poço artesiano
para reprodução de peixes

Existem outros elementos que precisam ser resolvidos. É de bom tamanho fazer análise dessa água na saída do poço pra ver dureza, pH, e outros. Daí haver necessidade de entender investimentos x custos, e resultados efetivos. Me parece um bom reservatório, com um filtro no seu interior, a melhor solução.

De: Flávio F. Lindenberg
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Assunto: Re: Água de poço artesiano
para reprodução de peixes

Concordo contigo Edson. A torre resolveria de forma barata se o 0² e CO² forem os únicos problemas, mas as condições e características do poço e análise da água devem ser realizadas, para balizar as ações e equipamentos para adequá-la.

De: William da Silva Sousa
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Assunto: Re: Água de poço artesiano
para reprodução de peixes

Recomendo que além de verificar os níveis de oxigênio e gás carbônico, verifique os tipos e níveis de sais dissolvidos na água que você se propõe utilizar em sua larvicultura, pois águas de fontes minerais ou de poços artesianos estão sempre passivas a baixos níveis de oxigênio, elevados índices de gás carbônico e elevadas concentrações de certos tipos de sais minerais e óxidos, consequente dos tipos de sedimentos ou formações rochosas por onde a água transita no subsolo.

De: Elias de S. Santos
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Assunto: Re: Água de poço artesiano
para reprodução de peixes

Coloquei durante 20 dias, água do poço artesiano para encher uma represa de aproximadamente 2.500 m2, caindo com uma mangueira alta sobre pedras para diminuir o gás carbônico, essa água foi usada para pós-larvas e alevinos de tambaqui. A reprodução foi feita com outra água e não na do poço artesiano, não ocorrendo nenhum problema. Já quando fui fazer a reprodução de tambaqui, as matrizes ovularam normalmente e com os machos também tudo ok. Na hora da fecundação dos ovos parecia tudo normal, mas observei que o embrião não se desenvolveu. Quanto tempo essa água deve ficar na represa repousando para estar boa para reprodução?

De: Ricardo Y. Tsukamoto
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Assunto: Re: Água de poço artesiano
para reprodução de peixes

Pela sua descrição, na água do poço maturada por 20 dias, tanto as fêmeas como os machos se prepararam bem, a inseminação artificial foi feita, mas os ovos não tiveram desenvolvimento. Supondo que todas as etapas anteriores estavam ok, mas os ovos inseminados não viraram embriões, possivelmente o problema ocorreu no momento da inseminação, com a falta de motilidade dos espermatozoides para fecundar os ovos. Por esta hipótese, o mecanismo biológico de ativação dos espermatozoides não ocorreu quando entraram em contato com a água. Nos peixes, os espermatozoides não têm qualquer motilidade quando estão dentro do testículo. Uma vez ativada, a motilidade ocorre por menos de um minuto, tempo que o espermatozoide tem para atingir a entrada do ovo (micrópila). O gatilho de ativação da motilidade difere em peixes de diferentes grupos. Pode atuar por mudança de pH, de osmolaridade, de íons ou outros. No caso de peixes redondos, tive a oportunidade de observar que no pacu (Piaractus mesopotamicus), o íon potássio inibia a ativação da motilidade (dados não publicados). Isto acontece também nos peixes salmonídeos (truta, salmão). Mas de onde viria o potássio? Em peixes salmonídeos se sabe que os ovos estourados durante a extrusão manual contêm potássio suficiente para inibir a motilidade. Por isso, na reprodução artificial em salmonídeos, é tradição lavar os ovos com solução salina (0,9% NaCl) antes da inseminação, para remover o potássio contido no vitelo dos ovos estourados. Se o mesmo problema do potássio vier a ocorrer em peixes redondos, poderia também inibir a motilidade. Outra fonte potencial de potássio poderia ser a água do local. Portanto, com as informações disponíveis no caso que você observou, é possível apenas fazer conjecturas.

De: Elias de S. Santos
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Assunto: Re: Água de poço artesiano
para reprodução de peixes

Pela sua resposta deu para entender o que possivelmente ocorreu. Agora se depois dos ovos fecundados normalmente (sem a água do poço) teria outros elementos químicos da água que eventualmente pudessem inibir o crescimento do embrião ou até matá-lo? Ex: ferro. E no caso de alevinos deformados seria somente a má nutrição das matrizes e/ou problemas com consanguinidade?

De: Ricardo Y. Tsukamoto
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Assunto: Re: Água de poço artesiano
para reprodução de peixes

Sim, outros elementos poderiam inibir a viabilidade do embrião, mas isso não é muito comum para uma espécie resistente como o tambaqui. Algumas águas de poço podem conter alto teor de ferro (alguns mg/L já seria alto). Isto é fácil observar: ao sair do poço, a água vem transparente, mas se deixada num copo por algumas horas, aparece nela uma nuvem de cor laranja, que depois se transforma em grumos que decantam para o fundo. Neste ponto, a água do copo não mais contém excesso de ferro, pois ele se precipitou e decantou para o fundo – onde permanece inerte. A mesma situação ocorre quando você acumula a água do poço num reservatório por alguns dias. O oxigênio do ar dissolve na água e precipita o ferro. Por isso, mesmo que a água do seu poço contivesse ferro, este não mais estaria presente quando você fez a reprodução induzida. Os problemas de consanguinidade não são tão frequentes para causar deformidades em um número grande de embriões ou alevinos. Embriões deformados podem aparecer quando o ovo ficou “passado” antes da extrusão e fecundação. No momento em que o ovário da fêmea deixa soltos os ovos (processo de ovulação), começa a correr um relógio biológico que provoca a degradação destes ovos. Na natureza, nesta hora os peixes soltos já estariam se reproduzindo, de modo que os ovos seriam fecundados rapidamente. Mas na desova induzida, o criador pode atrasar em fazer a extrusão e daí os ovos já estão meio “passados”. Sob as temperaturas em que o tambaqui normalmente desova, o atraso de mais de uma hora em fazer a extrusão já seria suficiente para diminuir a taxa de fecundação e provocar embriões deformados. Se deixar passar umas horas, pode nem ocorrer mais a fecundação dos ovos passados. Uma alternativa seria deixar machos e fêmeas injetados desovar espontaneamente num tanque, e dali tirar os ovos já fecundados e hidratados. No caso de alevinos deformados, o problema pode vir da alimentação inadequada do próprio indivíduo desde a fase de larva. Esta fase inicial no desenvolvimento é extremamente sensível à falta de nutrientes (aminoácidos, minerais, vitaminas, ácidos graxos, etc.) e enzimas digestivas, que são obtidos das presas (zooplancton) vivas. Se o alimento vivo foi insuficiente ou não tinha a qualidade necessária (em termos de nutrientes), os alevinos gerados no processo serão mais fracos e até deformados. Muitas vezes tendemos a culpar a nutrição das matrizes, mas o impacto maior pode vir da falha na alimentação adequada das larvas.

De: Emerson Soares
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Assunto: Re: Água de poço artesiano
para reprodução de peixes

Acrescento que a deformidade não vem só da larva, deformidade de opérculo, por exemplo, em larvas de besugo apareceram no desenvolvimento embrionário ainda no ovo, depois da gástrula e blástula, portanto o choque mecânico é uma das causas; má alimentação de reprodutores é outra, por exemplo, genéticas em artigo publicado com dourada Sparus aurata, indicaram que a genética não seria a causa mais provável para o percentual de 10% de deformidades no cultivo desta. Enfim, posteriormente a boa sequência de alimentação das pós-larvas, com rotíferos enriquecidos de multigain e fitoplâncton selecionados, após isso, artêmias enriquecidas com levedura e emulsionante minimizam outros possíveis problemas que possam aparecer.